terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Carnaubais poderá Implantar moeda própria, pegando exemplo de São Jose do Gostoso

Canindé Dantas
Um grupo de técnicos do Governo Fazendo o Futuro viagaram a cidade de São Miguel do Gostoso para conhecer de perto a experiência do projeto do dinheiro próprio que circula na economia local. Temos todo interesse e vontade de implantar em nosso município. [image: Cédulas de gostoso circulam no comércio da cidade] afirma o Prefeito Luizinho que gostaria que o município também tivesse sua própria moeda pra da uma Injeção na economia Local

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Tragédia em boate de Santa Maria repercute na imprensa mundial


Jornais, emissoras e revistas deram destaque ao incêndio.
Mais de 200 pessoas morreram na A tragédia que deixou mais de 200 mortos na boate de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, foi destaque de diversos veículos ao redor do mundo. Jornais e agências de notícia dedicaram suas páginas principais para o incêndio que ocorreu durante uma festa de uma universidade.

A maioria das vítimas do incêndio que atingiu uma boate em Santa Maria, na Região Central do Rio Grande do Sul, tentou escapar pelo banheiro do estabelecimento, segundo informações da Brigada Militar.
O jornal norte-americano “The New York Times” descreveu o incidente que ocorreu na casa noturna como “uma cena de horror”.

Jornal destacou acidente em sua página principal (Foto: Reprodução)Jornal destacou acidente em sua página principal (Foto: Reprodução)madrugada de domingo.

fonte g1

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

as bandas que vão animar o carnaval de carnaubais

 Guto & Forró Universitário
 no sabábado o tradicional bloco da corda sera animado por um grande paredão o paredão de bergue de domingo a terça são estas bandas.
Guto e swing universitário, arte do samba e os piras Sambas, vamos botar pra quebra no carnaval de carnaubais vem voce tabém muita agua de rio muita gente bonita e frevo
escrito por canindedantas

confirmadissimo terá carnaval na cidade de carnaubis

 
A confirmação foi feita  pelo prefeito de Carnaubais Luizinho Cavalcante
no seu programa matinal, segundo ele, o Ministério Público foi sensivel ao
que foi apresentado quanto aos custos a ser investido pelo poder público,do blog nossa cidade só tem a ganhar com a realização do carnaval


23/01/2013 20h33 - Atualizado em 23/01/2013 21h44 Dilma confirma redução na conta de luz e critica 'pessimistas'

 



Corte na tarifa será de 18% para residências e até 32% para indústrias.
Presidente fez pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão.


A presidente Dilma Rousseff confirmou nesta quarta (23), em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV, a redução na tarifa de energia elétrica divulgada mais cedo pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A presidente disse também que "fracassaram" as previsões daqueles que "são do contra" e, segundo ela, afirmaram que o governo não conseguiria baixar o custo da conta de luz.
Segundo Dilma, o corte na tarifa de energia para residências será de 18% e para a indústria, de até 32%, mesmos percentuais informados pela Aneel no início da tarde. Os cortes são ainda maiores que os anunciados pela própria presidente em setembro, quando ela afirmou que a redução média seria de 16% para residências e de até 28% para a indústria.
A nova tarifa entrará em vigor nesta quinta-feira (24), segundo anunciou a presidente, e será formalizada por meio de um decreto e de uma medida provisória.
Conta de luz  (Foto: Editoria de Arte/G1)
“A conta de luz, neste ano de 2013, vai baixar 18% para o consumidor doméstico e até 32% para indústria, agricultura, comércio e serviços. Ao mesmo tempo, com a entrada em operação de novas usinas e linhas de transmissão, vamos aumentar em mais de 7% nossa produção de energia e ela irá crescer ainda nos próximos anos”, disse Dilma durante o pronunciamento, de pouco mais de oito minutos.
A prresidente criticou as previsões de que o corte na tarifa a ser anunciado seria menor do que o pretendido pelo governo.  “Como era de se esperar, essas previsões fracassaram”, afirmou. Para Dilma, “aqueles que são do contra estão ficando para trás”.
Em dezembro de 2012, o secretário-executivo de Minas e Energia, Márcio Zimmermann chegou a afirmar que não seria possível reduzir as tarifas no percentual anunciado inicialmente pelo governo devido à recusa de algumas empresas de energia. Rejeitaram as condições do acordo proposto pelo governo Cesp (São Paulo), Cemig (Minas Gerais), Copel (Paraná) e Celg (Goiás). Os quatro estados são governados pelo PSDB, que faz oposição ao governo federal.
“Surpreende que, desde o mês passado, algumas pessoas, por precipitação, desinformação ou algum outro motivo, tenham feito previsões sem fundamento quando os níveis dos reservatórios [das hidrelétricas] baixaram e as [usinas] térmicas foram normalmente acionadas. Como era de se esperar, essas previsões fracassaram. O Brasil não deixou de produzir um único quilowatt que precisava e, agora, com a volta das chuvas, as térmicas voltarão a ser menos exigidas”, declarou Dilma, em referência ao fato de que a energia produzida pelas térmicas é mais cara que a das hidrelétricas.
Segundo a presidente, “cometeram o mesmo erro de previsão os que diziam, primeiro, que o governo não conseguiria baixar a conta de luz. Depois, passaram a dizer que a redução iria tardar. Por último, que ela seria menor que o índice que havíamos anunciado”, afirmou.
Dilma esclareceu que mesmo a população dos estados cujas concessionárias de energia se recusaram a aderir ao plano terão suas contas de energia reduzidas. “Espero que em breve, até mesmo aqueles que foram contrários à redução da tarifa, venham a concordar com o que eu estou dizendo”, declarou.

tudo pasa tudo muda mas a vida continua


veja estas fotos poderia o quadro politico esta diferente mas os pensamentos das pessoas é preciso ser respeitado o nosso  destino vai além dos nossos quereres.
Escrito por canindé Dantas

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Saiba quem é quem no conflito no Mali Conheça os protagonistas dos confrontos e saiba o que está jogo no país africano.



Mulheres protestam contra crise no Mali (Foto: Reuters)Mulheres protestam contra crise no Mali (Foto: Reuters)
No início de 2013, os grupos islamitas ligados à rede terrorista da Al-Qaeda levaram a França a entrar no conflito depois que eles avançaram de seu reduto, no norte do Mali, para regiões até então controladas pelo governo.
A França e seus aliados planejavam dedicar os primeiros meses de 2013 à reconstrução do Exército do Mali, decomposto pelo golpe, pois se acreditava que não haveria nenhuma ofensiva islamita antes de setembro.
Entretanto, a França fez uma repentina intervenção no dia 11 de janeiro, com a mobilização de soldados em Bamako, e fortes bombardeios nos dias seguintes em uma vasta área desértica dominada pela aliança islâmica.
mapa mali 16/1 (Foto: 1)
O país justificou-se afirmando que a operação impediu que os rebeldes tomassem a capital – o pedido foi feito pelo presidente Dioncounda Traoré após os rebeldes terem tomado a cidade de Konna no dia 10.
O presidente da França, François Hollande, disse que o objetivo do seu governo é apenas dar apoio a uma missão militar do bloco regional Ecowas para recuperar o norte do Mali, conforme prevê uma resolução de dezembro do Conselho de Segurança da ONU. No mesmo dia, o bloco regional autorizou a mobilização de tropas.
Além da França, Reino Unido, Canadá e Estados Unidos também se envolveram na operação, enviando aviões cargueiros para o governo do Mali. Os EUA descartaram a possibilidade de enviar tropas para combate.
O governo francês está determinado a acabar com o domínio islâmico no norte da sua ex-colônia, devido aos temores de que essa região se torne uma base de lançamento para ataques contra o Ocidente e para uma coordenação com a Al-Qaeda em Iêmen, Somália e norte da África.
A França pediu um envolvimento mais rápido das forças da Comunidade Econômica dos Países do Oeste da África (Cedeao, siglas em francês). As tropas africanas devem chegar ao Mali até 26 de janeiro.

EUA dão apoio à França em ataque a braço da Al-Qaeda no Mali Americanos começam a transportar tropas e equipamentos franceses. França ajuda exército local a combater insurgência islâmica.





  Os Estados Unidos anunciaram nesta terça-feira (22) que começaram a transportar tropas e equipamentos franceses para a região de Timbuktu, cidade do noroeste da República do Mali, onde a aviação francesa atacou um "centro de comando" da rede terrorista da Al-Qaeda no Magreb Islâmico (Aqmi).
A França atacou diretamente a Aqmi, o maior dos três grupos islamitas armados que ocupam o norte do Mali, visando principalmente "um centro de comando dos terroristas" perto de Timbuktu, segundo fontes concordantes francesas.
A Aqmi foi deliberadamente atacada, de acordo com uma fonte ligada ao governo francês.Na segunda-feira, o coronel Thierry Burkhard, porta-voz do Estado-Maior das Forças Armadas francesas, confirmou ataques aéreos franceses na periferia de Timbuktu.
Timbuktu, a 900 quilômetros a nordeste da capital Bamako, é uma cidade emblemática da cultura muçulmana na África, classificada como patrimônio mundial da Humanidade. Os jihadistas destruíram nesta região em diversas oportunidades antigos mausoléus de figuras sagradas muçulmanas adoradas pelas populações locais, e impuseram um rígido código de conduta, em que os desvios são punidos de forma bárbara, com lapidações e amputações.
A França ganhou o apoio de peso dos Estados Unidos: "A pedido do governo francês, nós começamos a transportar por via aérea equipamentos e tropas da França para o Mali", informou à France Presse um porta-voz do Exército americano, sem fornecer maiores detalhes.
Washington, que já havia auxiliado os franceses com informações de inteligência, anunciara na semana passada que colocaria aviões de transporte à disposição da França, mas descartou o envio de tropas.
Mais de 2.150 soldados franceses já estão mobilizados no Mali para combater os grupos islamitas armados, um número que vai aumentar nos próximos dias.
Onze dias depois do início da intervenção militar francesa, que conteve o avanço dos islamitas em direção ao sul, o general Ibrahima Dahirou Dembélé, chefe do Estado-Maior do Exército malinense considerou que a "libertação"de Gao e de Timbuktu poderá "não levar mais de um mês".
Uma coluna de soldados chadianos e nigerinos deve se dirigir principalmente para Gao, a partir de Niamey, abrindo uma nova frente contra os islamitas.
"Nós venceremos esta guerra injusta, que nos é imposta pelos terroristas e pelos traficantes", lançou nesta terça o presidente do Níger, Mahamadou Issoufou, diante do contingente de soldados nigerinos em Ouallam, região próxima à fronteira malinense.
Gao, a 1.200 quilômetros de Bamako e Timbuktu são controladas há mais de nove meses por grupos islamitas armados, que intensificaram suas ações bárbaras.
Na manã desta terça, soldados malinenses percorriam as ruas de Diabali, a 400 quilômetros ao norte de Bamako, como haviam feito na noite anterior, constatou um jornalista da AFP.
Como anunciado, os soldados franceses, que haviam ajudado na segunda os malinenses a retomar Diabali das mãos dos islamitas no dia 14 de janeiro, se retiraram da localidade à noite.
O Exército francês parece reticente em se manter nas cidades: depois de retomá-las dos islamitas, as forças francesas preferem deixá-las sob controle do Exército do Mali.
Esse é o caso de Douentza, a 800 km de Bamako, controlada desde setembro pelo Movimento pela União e a Jihad na África Ocidental (Mujao), também retomada na segunda-feira por uma coluna franco-malinense, localizada em uma rota estratégica de onde podem ser lançadas operações para o norte.
Várias fontes indicaram um recuo dos islamitas para Kidal (extremo nordeste), a 1.500 km de Bamako, perto da fronteira com a Argélia.
O pedido de ajuda logística e financeira da Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental (Cedeao) para o deslocamento de uma força de 6.000 homens ao Mali foi atendido.
A União Europeia propôs uma reunião internacional sobre o Mali para o dia 5 de fevereiro em Bruxelas, com a participação da União Africana, da Cedeao e da ONU.
Na direção oposta à da comunidade internacional, o presidente egípcio, Mohamed Mursi, ligado à Irmandade Muçulmana, se manifestou na segunda contra a intervenção no Mali, que pode alimentar o conflito na região. Paris considerou nesta terça que essa posição é "claramente minoritária".
Mahmoud Dicko, presidente do Alto Conselho Islâmico do Mali (HCIM), principal organização islâmica de um país 90% muçulmano, considerou que a intervenção da França "não é uma agressão contra o Islã".